Três semanas no mundo
E lá se foram as três primeiras semanas. Parece que se passaram três meses pelo menos, pois fiz muitas coisas nesse tempo.
Após um embarque um pouco corrido e esse tempo na “estrada”, meu objetos já tem lugar certo nas mochilas e tudo corre bem. Nenhum problema grave até agora, cinco países e quatro Maravilhas passadas. Se a viagem acabasse agora, eu já estaria feliz. Mas só de pensar em tudo que ainda tenho pela frente, dá um frio da barriga.
Em 2001, eu estudei por alguns meses na Espanha. Sete anos depois, volto ao país para conhecer Granada, cidade que eu nunca havia visitado e que é sede da Maravilha de Alhambra (apenas Alambra, sem o som do “LH”). Conhecido como “O Castelo Vermelho”, essa fortaleza foi construída pelos monarcas islâmicos que ali viviam há centenas de anos.
De Granada peguei um trem para Algeciras, sul da Espanha, e um ônibus para Tarifa, de onde atravessei para o continente africano. Essa primeira viagem ao continente, mais especificamente o Marrocos, não sairão nunca da minha memória. Lá conheci Sumiko, filha de japoneses, nascida em Atibaia (SP), e que é casada com o marroquino Amine. Que casal simpático! Me senti em casa! Conheci Casablanca, onde eles moram, Rabat, a capital política do país, e Marrakesh, a capital do turismo, onde tudo acontece entre cores, sons e sabores.
Marrocos ficou pra trás e meu destino seria Mali, mas um desencontro de informações sobre o visto para esse país, junto com vôos cancelados para minha cidade destino (Timbuctu), me fizeram, infelizmente, mudar de planos. Do Marrocos fui para a França.
Lá estava ela, a torre mais famosa e visitada do mundo. A Torre Eiffel recebe cerca de 6 milhões de visitantes por ano (mais que o Brasil todo) e, mesmo em um dia frio e chuvoso, estava lotada. De lá de cima é possível ver toda capital francesa e seus pontos mais conhecidos, como o arco do Triunfo, a Catedral de Notre Dame, o Louvre, entre outros. De trem fui até Lille conhecer essa charmosa cidade francesa e reencontrar uma amiga de muitos anos. E, de lá, segui no Eurostar (trem que passa por baixo do Canal da Mancha) para Londres.

Stonehenge, o mais misterioso monumento do mundo era minha próxima parada. Esse círculo de pedras, além de lindo, tem uma energia incomum e uma magia que envolve sua história. Não se sabe por que, nem como, aquelas imensas e pesadíssimas (cerca de 50 toneladas cada) pedras chegaram lá. Mas isso é que faz desse lugar especial. Aproveitei para relembrar Londres, encontrar amigos e visitar alguns pontos conhecidos dos ingleses e dos turistas do mundo, como o Big Ben e a London Bridge.
Na Rússia, desembarquei em Moscou. Dizer que é brasileiro parece ser um passaporte para sorrisos, mesmo dos sérios e carrancudos russos. Visitei a famosa Catedral de São Basílio, o Kremlin e a Praça Vermelha com a ajuda de um amigo russo de uma amiga brasileira. Interessante história e uma nova amizade.
O passado desse povo envolve muitas guerras e sangue, talvez por isso sejam mais fechados. Mas peguei uma semana ensolarada de verão em que a Rússia ganhou dois jogos da Eurocopa e passou para as semifinais. Ou seja, alegria e muita vodca na cabeça! Como bebem!!!
Daqui começo minha viagem de trem pela Europa. Passarei por Áustria, República Tcheca, Alemanha, Itália e Grécia. Até a próxima!
Eh isso ae parceiro!
Mto bom encontrar com vc e podermos tomar um Pint aki na terra da rainha. Mta sorte pra vc ! Nos encontramos por ae!
Abs!!!